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Lesões no tênis

Lesões no tênis

O tênis é um esporte extremamente dinâmico e fisicamente exigente. Sua prática envolve acelerações e desacelerações constantes, grandes amplitudes de movimento, exigência de equilíbrio, força e uma rápida tomada de decisão a cada jogada.

Trata-se também de uma modalidade assimétrica, na qual um lado do corpo — geralmente o dominante — é utilizado de forma muito mais intensa que o outro. Essa assimetria natural pode levar a desequilíbrios musculoesqueléticos, contribuindo para o desenvolvimento de lesões ao longo do tempo.

Diante dessas demandas, é fundamental que o tenista — especialmente aquele que se dedica com mais seriedade ao esporte — inclua em sua rotina um programa estruturado de preparação física complementar. Esse trabalho deve ser voltado para o equilíbrio muscular, ganho de força, prevenção de lesões e melhora do desempenho esportivo.

Infelizmente, muitos atletas acabam negligenciando essa etapa, priorizando o tempo de quadra e acumulando horas de prática sem o devido suporte físico. Essa escolha pode aumentar significativamente o risco de lesões no tênis.

Além do aspecto físico, outros fatores também influenciam na predisposição às lesões, como:

  • Equipamentos inadequados, incluindo o tipo de raquete, encordoamento, bolas e tênis;
  • Tipo de superfície (saibro, dura, grama), com impacta direto nas articulações e na mecânica dos movimentos;
  • Volume e intensidade dos treinos, especialmente quando não há tempo adequado de recuperação.

Investir em orientação profissional e cuidar desses aspectos é essencial para que o tenista mantenha a saúde física, evite lesões e atinja seu máximo potencial dentro de quadra.

Raquete

A interação entre a bola e a raquete — e entre a raquete e o punho do tenista — tem relação direta com muitas das lesões observadas em praticantes de tênis. A intensidade da força aplicada sobre o punho e o cotovelo depende de variáveis como a velocidade da bola recebida, o tipo de construção da raquete e o ponto de impacto da bola nas cordas.

Mais do que escolher o equipamento da moda ou copiar um atleta profissional, é essencial avaliar suas necessidades individuais, seu nível técnico e eventuais sintomas físicos.

Forças Envolvidos no Impacto com a Bola

No momento em que a bola atinge a raquete, diferentes tipos de força são geradas e, posteriormente, transferidas para o braço do tenista:

  • Força vibratória: vibrações originadas nas cordas após o impacto. Embora possam ser reduzidas com dispositivos antivibratórios, têm impacto relativamente pequeno na origem de lesões.
  • Força torcional: surge quando a bola não atinge o “ponto ideal” (centro de força) da raquete, fazendo com que ela gire na mão. Quanto mais afastado esse contato do centro, maior será a torção e o esforço necessário para estabilizar a raquete.
  • Força de choque: é a força com que a bola empurra a raquete para trás. Atinge maior intensidade conforme a velocidade da bola. No saque ou no forehand, o punho tende a ser forçado em extensão; no backhand, em flexão.

O aumento dessas forças pode levar ao desenvolvimento de lesões por sobrecarga, especialmente no punho (como tendinites) e no cotovelo (epicondilite lateral, conhecida como cotovelo do tenista).

Características da Raquete que Influenciam no Risco de Lesões

Tamanho da Raquete

O ponto ideal de impacto — também chamado de sweet spot ou centro de força — é onde a bola deve atingir para minimizar torções. Aumentar a largura da cabeça da raquete em 20% pode ampliar esse ponto em até quatro vezes, reduzindo a torção em até 40%.

Assim, tenistas iniciantes, que têm mais dificuldade em acertar o centro da raquete, devem priorizar modelos com a cabeça maior.

Peso da Raquete

Raquetes mais pesadas exigem maior esforço muscular, mas oferecem mais estabilidade e absorvem melhor o impacto.

Já as raquetes mais leves facilitam o manuseio, mas tendem a girar mais na mão, aumentando a carga sobre punho e cotovelo.

Recomendações:

  • Se a lesão está associada a falhas técnicas ou adversários mais fortes, opte por uma raquete mais pesada e com cabeça maior.
  • Se o problema principal for volume excessivo de treino ou jogos, prefira uma raquete mais leve.

Material e Rigidez da Raquete

  • Raquetes rígidas geram maior velocidade de bola, mas transferem mais energia ao braço.
  • Raquetes flexíveis absorvem parte do impacto, oferecendo mais conforto, embora com alguma perda de potência.

Importante: Jogadores com sintomas de epicondilite lateral devem considerar o uso de raquetes mais flexíveis, que reduzem o estresse no cotovelo.

Grip (Empunhadura)

O grip é a área de contato da mão com a raquete. Ele influencia diretamente na força nque é despendida para manter o controle.

  • Grips muito pequenos ou grandes aumentam a tensão muscular e podem provocar lesões no punho e cotovelo.
  • O tamanho ideal permite firmeza sem esforço excessivo.

Encordoamento

  • Cordas menos rígidas aumentam o tempo de contato entre bola e raquete, reduzindo o pico de força transmitido ao braço.
  • As cordas multifilamento são mais indicadas para quem sofre com dores ou tendinopatias no ombro, cotovelo ou punho.

Recomendações de troca de cordas:

  • Quem joga menos de 2x por semana: troca mensal
  • Quem joga diariamente ou compete: troca semanal

Bola

Uma vez que a bola fique murcha, a energia do golpe para conseguir impor a mesma velocidade à bola terá que ser maior, aumentando o risco para lesões por sobrecarga.

Sempre que possível, bolas novas devem ser utilizadas. No tênis profissional as bolas são trocadas no 7º game e depois a cada 9 games. No tênis recreativo, o ideal seria trocar ao menos depois de cada jogo. Isso é ainda mais importante para aqueles que estejam sofrendo com lesões nos membros superiores.

Lesões em diferentes tipos de quadra

Os jogos de tênis são disputados, principalmente, em três tipos de superfície:

  • Saibro (terra batida)
  • Piso duro (cimento, asfalto, borracha ou acrílico)
  • Grama

Historicamente, o tênis profissional era segmentado entre especialistas em quadras rápidas, como os norte-americanos, e especialistas em saibro, como os espanhóis. Muitos atletas dominavam apenas uma superfície e não conseguiam bons resultados nas outras.

Além disso, o calendário era dividido em dois grandes blocos:

  • Primeiro semestre: foco nas competições em quadras de saibro
  • Segundo semestre: torneios em pisos rápidos, como cimento, carpete e grama

Hoje, embora alguns tenistas ainda tenham preferências, a versatilidade tornou-se essencial.

Dificilmente alguém chega às primeiras posições do ranking sem atuar bem em diferentes superfícies.

Já entre os amadores e jogadores de níveis intermediários, os “superespecialistas” em uma única superfície continuam sendo maioria.

O Que Muda Entre os Tipos de Quadra?

  1. Grama
  • Bola: quique baixo e rápido
  • Jogo: mais agressivo, com destaque para saque e devolução
  • Movimento: superfície escorregadia, com pouca margem para longas trocas de bola
  1. Saibro (terra batida)
  • Bola: quique mais alto, jogo mais lento
  • Jogo: mais tempo para preparação dos golpes e trocas mais longas no fundo de quadra
  • Movimento: permite deslizamento do pé, favorecendo deslocamentos laterais
  • Força: golpes exigem mais potência e resistência muscular
  1. Piso Duro
  • Bola: quique médio, com velocidade mantida
  • Jogo: mistura entre o estilo agressivo da grama e o controle do saibro
  • Movimento: não permite deslizamento, exigindo maior esforço na frenagem e nas mudanças de direção

Como o Tipo de Piso Afeta o Risco de Lesões?

A superfície da quadra de tênis influencia diretamente as demandas físicas do jogo e, consequentemente, o tipo de lesão mais comum.

Quadras de Saibro

  • Exigem mais dos membros superiores
  • Têm trocas de bola mais longas e maior carga nos golpes
  • São menos favoráveis para jogadores com lesões no ombro, cotovelo ou punho

🔵 Quadras Duras

  • Sobrecarregam os membros inferiores, principalmente joelhos e tornozelos
  • Exigem maior força nas frenagens e nas mudanças rápidas de direção
  • Atletas com histórico de lesões nos joelhos ou tornozelos sofrem mais com esse tipo de piso

Mudança de piso

Embora o tipo de piso tenha influência direta no padrão de jogo e nas lesões, o fator mais importante é a adaptação do Jogador (ou falta dela).

Jogadores profissionais são preparados para lidar com trocas frequentes de piso ao longo da temporada.

Por outro lado, tenistas amadores ou recreativos, que treinam sempre no mesmo tipo de quadra, tendem a adaptar seu corpo àquela superfície. Quando são expostos repentinamente a outro piso (por exemplo, sair do saibro para uma quadra de cimento), o risco de lesão aumenta significativamente.

Aspectos da técnica do tênis relacionado às lesões

Muitas das lesões que acontecem em tenistas estão relacionadas à sobrecarga articular decorrente de uma técnica esportiva inadequada. Dependendo da lesão, certos erros técnicos devem ser investigados e, quando necessário, corrigidos.

AS maiores preocupações estão relacionadas  ao saque, ao forehand e o ao backhand.

Saque

Dores nas costas ou tendinopatias no ombro ou cotovelo podem estar relacionadas a um saque mal executado.

O lançamento da bola (Toss) é importante. Caso o tenista não tenha um padrão, pode sobrecarregar outras partes do corpo. Tenistas com dor no ombro devem ser avaliados principalmente em relação ao saque, que é quando ocorre maior estresse na articulação.

Forehand

O forehand moderno (full western) exige muito dos flexores do punho e cotovelo. Quando associado a uma raquete com encordoamento duro e tenso, pode ser causa de sobrecarga e lesões.

Backhand

O backhand pode ser feito com uma ou com as duas mãos. O backhand com uma mão pode estar associado à epicondilite lateral do cotovelo, doença conhecida também como “cotovelo do tenista”.

Já o backhand com as duas mãos está associado a lesões do complexo de fibrocartilagem triangular no punho ou à espondilolistese, uma lesão relativamente comum na coluna de atletas.

Lesões mais comuns no tênis

O tenista está vulnerável tanto para lesões traumáticas agudas como para lesões por esforço repetitivo.

Dois terços das lesões ocorrem devido à prática excessiva, acometendo predominantemente os membros superiores (ombro, cotovelo e punho). Eventualmente, essas lesões podem acomer também a coluna ou os joelhos.

O outro terço das lesões ocorre em decorrência de trauma, sendo mais comuns nos membros inferiores.

Lesões musculares (adutores do quadril, reto femoral, isquiotibiais, panturrilha), entorse de tornozelo e, ocasionalmente, lesão no menisco ou no Ligamento Cruzado Anterior do joelho são algumas das mais comuns.

Coluna do tenista

A dor da coluna é o principal motivo para consultas médicas em ortopedia, independentemente da prática esportiva, embora a prática de tênis possa contribuir para o desenvolvimento da lesão.

Aproximadamente 40% dos tenistas profissionais desistem de ao menos um torneio a cada temporada devido à dor lombar.  O tênis moderno requer rotações rápidas e repetitivas coluna lombar durante o forehand ou o backhand, além de hiperextensão lombar acentuada durante o saque.

Impacto repetitivo, frequentes acelerações e desacelerações e excesso de movimentos de tronco levam a uma sobrecarga na coluna, que, com o tempo, pode causar uma doença degenerativa dos discos intervertebrais.

O saque também merece atenção especial, já que a hiperextensão da coluna que ocorre na fase de armação para o saque pode levar ao desenvolvimento da espondilólise, um tipo de fratura por estresse que ocorre em atletas que fazem muito este movimento.

Ombro do tenista

Dor no ombro é uma queixa comum entre tenistas, acometendo 25% dos atletas entre 12 e 19 anos e 50% daqueles com mais de 30 anos.

A queixa está associada, principalmente, aos movimentos repetitivos do esporte. O ombro é uma articulação que possui grande mobilidade às custas de uma menor estabilidade.

Isso faz com que a articulação seja muito dependente da musculatura ao seu redor e muitas das dores e lesões no ombro estão associadas a deficiências e desequilíbrio desta musculatura.

Ombro do Arremessador

A maioria dos problemas do ombro no tênis é similar aos de outros atletas de arremesso: o tenista tende a desenvolver uma maior flexibilidade na rotação do ombro para fora e uma redução da rotação do ombro para dentro, levando a um tipo específico de impacto ao que se denomina “ombro do arremessador”.

Durante a fase de desaceleração do ombro, que ocorre no saque ou ao rebater a bola, a cápsula que estabiliza a parte de trás da articulação sofre com micro lesões repetitivas; estas micro lesões cicatrizam por meio de fibrose (tecido cicatricial), levando a uma retração (encurtamento) desta cápsula. Com isso, o tenista perde parte do movimento de giro do ombro para dentro e seu eixo de rotação é alterado, levando a um impacto entre os ossos que se articulam no ombro.

Isso ocorre principalmente ao utilizar a mão acima da altura da cabeça, como na armação para o saque ou no smash.

Discinésia Escapular

Discinesia escapular é uma condição caracterizada por um movimento anormal da escápula.

A escápula é um osso que fica apoiado sobre as costelas e que auxilia no adequado posicionamento do ombro.

A discinesia contribui para uma sobrecarga do ombro e eventual desenvolvimento de dores e lesões, e pode ser adequadamente tratada com um trabalho de reequilíbrio e fortalecimento muscular.

Cotovelo do tenista

Dor no cotovelo está entre as principais queixas de tenistas, estando geralmente relacionadas a dois tipos diferentes de problemas:

Epicondilite lateral (cotovelo do tenista)

A epicondilite lateral é um problema comum em tenistas, tanto que ela é popularmente conhecida como “cotovelo do tenista” ou por seu termo em inglês, “tennis elbow”.

Primeiramente, vale considerar que, oficialmente, o termo epicondilite foi substituído por Tendinopatia lateral do cotovelo, ainda que o termo epicondilite seja mais utilizado e amplamente difundido.

Este é um problema que na maior parte das vezes afeta atletas amadores, que tendem a fazer muita força na preensão da mão e potencializam o estresse no membro superior.

Tenistas que batem a esquerda (backhand) com uma mão e/ou slice e/ou aqueles que fazem muita força no saque e não pronam o antebraço estão mais vulneráveis ao desenvolvimento da epicondilite lateral.

A raquete precisa ser avaliada: ela não deve ser leve e nem pesada. A média para um adulto deveria ser por volta de 300g.

Tipo da corda, tensão da corda e frequência de troca da corda podem fazer toda a diferença no tenista com epicondilite lateral.

Epicondilite medial

A epicondilite medial, caracterizada pela dor na face interna do cotovelo, é menos comum do que a epicondilite lateral, mas eventualmente também pode acometer os tenistas.

Ao contrário da epicondilite lateral, que acomete mais atletas amadores, a epicondilite medial acomete principalmente os tenistas de alto rendimento que usam o forehand extremo (full western).

Este golpe exige muito dos tendões flexores do punho, os quais se prendem no epicôndilo medial do cotovelo.

Lesões do joelho no tênis

O joelho de tenistas está exposto ao risco tanto de lesões por uso excessivo como de lesões traumáticas.

A patela e o tendão patelar são bastante solicitados em movimentos de aceleração, desaceleração e agachamentos, que são muito frequentes no tênis. Fraqueza e desequilíbrio muscular aumentam ainda mais a sobrecarga sobre estas estruturas, podendo levar à dor.

Quando a dor na frente do joelho persiste de forma prolongada, alterações na cartilagem da patela (condromalácia patelar) ou no tendão patelar (tendinite patelar) podem se desenvolver.

As lesões traumáticas estão relacionadas às constantes mudanças de direção no tênis, com risco de torção do joelho. Estas torções podem provocar lesões dos meniscos, dos ligamentos colaterais e, as mais temidas delas, as lesões do Ligamento Cruzado Anterior.

Lesões do pé e tornozelo no tênis

Entorse do tornozelo

A lesão mais comum no tênis é a entorse do tornozelo, que ocorre quando o atleta aterrissa na parte externa do pé e o pé rola para dentro. Isso ocorre geralmente na recepção ao frear ou deslizar o pé no solo.

Durante o treino, uma das causas mais comuns de entorse do tornozelo é pisar sobre uma bola que esteja na quadra. O tenista muitas vezes realiza treinos com muitas bolas simultaneamente e as bolas vão se acumulando em quadra; eventualmente, ao buscar uma bola o tenista pisa sobre outra bola que esteja abandonada na quadra, torcendo o tornozelo.

Em determinados tipos de treinos, é altamente recomendável tirar todas as bolas que estejam paradas em quadra ou ao seu redor.

A maior parte das entorses do tornozelo se resolve bem com o tratamento não-cirúrgico, mas o tempo de recuperação pode variar de poucos dias a até dois ou três meses.

Tratamentos cirúrgicos para as entorses do tornozelo são cada vez menos comuns, mas podem ser considerados na presença de lesões associadas (especialmente lesões da cartilagem) ou no caso de instabilidade crônica / recorrente.

Tendinite calcânea (tendinite de Aquiles)

A tendinite calcânea, também chamada de tendinite de Aquiles é uma causa comum de dor no nornozelo de tenistas.

Embora possa acontecer em jogadores de qualquer idade, ela é mais comum a partir dos 40 anos.

Em um primeiro momento, o corredor apresenta dor no início da prática esportiva, melhora quando está aquecido e depois volta a doer mais ao final ou após a atividade.

A fisioterapia tende a ser eficaz na maior parte dos casos. Quando ela não é suficiente para prover a melhora da dor, a avaliação médica se faz necessária, já que outros tratamentos podem ser indicados, incluindo infiltrações, laser ou a Terapia por Ondas de Choque.

Fraturas por estresse

Fraturas por estresse são lesões que acometem a continuidade do osso em decorrência do esforço repetitivo.

O diagnóstico deve ser considerado sempre que houver um aumento repentino ou uma mudança na rotina de treinos.

Diferentes ossos no pé ou tornozelo podem ser acometidos pelas fraturas por estresse, incluindo o maléolo medial do tornozelo, a fíbula, o calcâneo, o cuboide, os ossos metatarsais ou os sesamoides.

O afastamento temporário das atividades de maior impacto, incluindo o tênis, é fundamental. A avaliação por um médico especialista se faz sempre necessária, uma vez que cada tipo de fratura por estresse pode exigir tratamentos específicos, que podem variar de fisioterapia a cirurgia.

Lesão muscular da panturrilha (tênis Leg)

Tenistas estão bastante vulneráveis às lesões musculares na panturrilha, mais especificamente no músculo gastrocnêmio Medial. Por esse motivo, a lesão é conhecida também como “perna do tenista” ou “tênis Leg”, no termo em inglês.

O tenista muitas vezes refere a “sensação de ter levado uma pedrada na perna”em um movimento de rápida aceleração.

Fraqueza da musculatura e fadiga contribuem para um maior risco de lesão, embora ela possa acontecer em tenistas de todos os níveis.

A lesão é mais comum no inicio da prática, quando a musculatura não está aquecida, ou no final do treino, devido à fadiga muscular.